Substância medida no sangue, que pode ser utilizada como marcador da presença e da atividade de certos tipos de tumores em adultos e em crianças. Entre os tumores que podem apresentar elevação dos níveis de CA 15-3 estão os cânceres de mama, ovário, pâncreas e pulmão, entre outros. Usualmente, é medido em amostras de sangue.
Substância medida no sangue, que pode ser utilizada como marcador da presença e da atividade de certos tipos de tumores em adultos e em crianças. Entre os tumores que podem apresentar elevação dos níveis de CA 19-9 estão os cânceres de cólon e reto e de pâncreas. Usualmente, é medido em amostras de sangue.
Câncer, ou tumor maligno, ou ainda neoplasia maligna, é uma doença em que uma célula do organismo perde o controle de sua proliferação, crescimento, diferenciação e/ou apoptose, dando origem a outras células alteradas. Essas células alteradas formam uma lesão expansiva, que aumenta de tamanho com o passar do tempo. Além disso, essas células podem invadir tecidos adjacentes e até se estabelecer em outros tecidos do organismo, originando as chamadas metástases.
Todos os cânceres são causados por alterações genéticas nas células tumorais. Essas alterações podem ser geradas pela exposição a agentes carcinogênicos ou por causa hereditária. Entretanto, as alterações genéticas causadoras do câncer têm causas desconhecidas ou não identificáveis em grande parte dos casos. Além disso, o envelhecimento pode predispor ao surgimento de alterações genéticas nas células, motivo pelo qual a incidência do câncer geralmente com a idade mais avançada.
Qualquer agente químico, físico ou biológico que possa causar câncer.
• Exemplos de agentes carcinogênicos químicos: substâncias presentes no tabaco, certos solventes químicos etc.
• Exemplos de agentes carcinogênicos físicos: radiação ultravioleta, radioatividade etc.
• Exemplo de agentes carcinogêncios biológicos: papilomavírus, vírus Epstein-Barr etc.
Tipo de câncer que ocorre nos tecidos que revestem o organismo. Os exemplos de carcinomas mais comuns são o adenocarcinoma e o carcinoma epidermóide. Entretanto, existem outros tipos de carcinoma, como os carcinomas de pequenas células de pulmão e os carcinomas de células transicionais das vias urinárias.
Carcinomas epidermóides ou de células escamosas são cânceres que se desenvolvem em locais em que existe certo tipo de tecido de revestimento do organismo. Entre os locais mais comuns de apresentação desse tipo de câncer estão: pele, região da cabeça e pescoço, pulmões, esôfago, canal anal e colo do útero. Esse tipo de câncer também pode ser chamado de carcinoma espino-celular, ou ainda através da sigla para este último termo (CEC).
É um carcinoma cujas células se dividem muito rapidamente. A maior parte dos casos desse tipo de câncer ocorre nos pulmões, estando fortemente associado ao tabagismo. Uma pequena porcentagem pode ocorrer também no trato gastrintestinal, ou no trato geniturinário, acometendo a bexiga ou a próstata.
Conjunto total dos cromossomos existentes em uma célula não reprodutora de qualquer espécie de ser vivo. O cariótipo humano é constituído por 46 cromossomos.
Estrutura do sistema nervoso central que se localiza na parte de trás da cabeça, logo abaixo do cérebro. O cerebelo é responsável pelo equilíbrio, pela coordenação de movimentos voluntários, pela manutenção do tônus muscular e pelo aprendizado de habilidades motoras.
Principal órgão do sistema nervoso central, localizado na parte superior da cabeça. É composto por dois hemisférios (direito e esquerdo) e possui inúmeras reentrâncias, lembrando o aspecto de uma noz. É responsável por coordenar as atividades sensoriais (audição, olfato, paladar, tato e visão), emocionais, intelectuais e motoras.
A expressão “ciclo de tratamento” é freqüentemente utilizada em referência à quimioterapia ou às drogas de alvo molecular.
Em geral, o primeiro dia de um ciclo de tratamento é designado como D1, o segundo dia como D2, e assim sucessivamente.
Os medicamentos têm dias certos para serem administrados, seguindo padrões estabelecidos na literatura médica. Por exemplo, um determinado medicamento pode ser aplicado no D1 e no D8, enquanto outro pode ser administrado do D1 ao D5.
Além disso, após a administração de um ou mais medicamentos, cada um em seus respectivos dias, pode haver um período de descanso, para que o paciente se recupere dos eventuais efeitos colaterais do tratamento.
Findo o período de descanso, os medicamentos são novamente administrados em seus respectivos dias.
Assim, o período de tempo compreendido entre o D1 e o último dia de descanso é designado como “ciclo de tratamento”.
Os ciclos de tratamento têm duração pré-estabelecida. Em geral, essa duração é de uma a seis semanas, sendo mais freqüentemente de três ou quatro semanas.
Os ciclos de tratamento podem ser repetidos inúmeras vezes ou até indefinidamente, em alguns casos. O número de ciclos de tratamento é determinado pelo médico, com base na literatura científica. O número de ciclos de tratamento não se relaciona necessariamente com a gravidade do caso. Em geral, são aplicados de quatro a seis ciclos de tratamento.
A cintilografia é um método de diagnóstico, baseado na injeção de uma substância fracamente radioativa, cujas emissões serão captadas, lidas e transformadas em imagens por um aparelho específico para esse fim. Em oncologia, a cintilografia é freqüentemente utilizada para averiguar a presença de alterações nos ossos. Deve-se ressaltar que o exame é muito sensível, isto é, qualquer afecção presente ou passada nos ossos pode ser detectada. Contudo, o exame é pouco específico, ou seja, ele nem sempre diferencia a causa dessas alterações. Assim, em alguns casos, os achados da cintilografia podem necessitar de avaliação complementar por outros exames de imagem.
Tipo de cirurgia em que ocorre a retirada do tumor, sem a retirada completa do órgão em que o tumor se encontra. É indicada sempre que possível.
Ciência que se ocupa do estudo dos cromossomos e do processo de divisão celular. No caso de algumas neoplasias hematológicas como, por exemplo, leucemias e linfomas, algumas alterações citogenéticas podem ser identificadas. Assim, exames citogenéticos podem auxiliar no diagnóstico, na definição do tratamento e no acompanhamento da doença.
Diminuição do número de células no sangue. Exemplos de citopenia podem ser:
• Anemia;
• Leucopenia;
• Neutropenia;
• Plaquetopenia ou trombocitopenia.
A citopenia pode acontecer como um dos efeitos colaterais de alguns tratamentos para o câncer.
Substância que provém do metabolismo muscular, sendo filtrada nos rins a uma taxa que costuma ser constante em pessoas sadias. Em alguns casos, tanto a doença de base como os medicamentos podem alterar essa taxa. Como a creatinina pode ser facilmente medida no sangue e na urina, a dosagem dessa substância é um bom indicador do estado de funcionamento dos rins. Deve-se ressaltar que alterações dos níveis de creatinina no sangue e na urina, bem como alterações de sua taxa de filtração, podem ser encontradas em diversas situações, muitas das quais sem nenhuma relação com o câncer.
São estruturas organizadas, formadas por ácido desoxirrubonucléico (DNA) e proteínas, que podem ser encontradas aos pares no núcleo das células, momentos antes da divisão celular.
Os cromossomos contêm os genes, que carregam as informações genéticas de um ser vivo. O número de cromossomos varia conforme a espécie do ser vivo. Nos seres humanos, cada célula contém 23 pares de cromossomos, incluindo os dois cromossomos responsáveis pelas características sexuais (XX na mulher e XY no homem).
Cuidados dispensados na fase terminal do câncer. Constituem uma ampla variedade de procedimentos, como por exemplo:
• Tratamento da dor física causada pela doença com medicamentos;
• Terapia para amenizar a dor psicológica e o sofrimento do paciente;
• Atenção às dimensões espiritual, religiosa e existencial do paciente.
A cura é a restauração da saúde, isto é, o desaparecimento de todos os sinais e sintomas da doença anteriormente apresentada pelo paciente.